Não sei se gostaria de ser uma mulher muito bonita.Não deve ser tão fácil assim, principalmente se não houver preparação para o envelhecimento e o inevitável "des-belezamento".
Conhecidos meus, de forma um tanto superficial, declaram que gostariam de , caso fossem mulheres, ser muito bonitas para conseguirem o que quisessem com qualquer homem.Ah, não deve ser tão simples assim!Reducionismo sobre o que se espera da vida.Sem contar que a transposição automática de uma forma de pensar masculina para o feminino não funciona tão facilmente.Questão de lógica interpretativa e sensibilidade.Mesmo levando em conta nossa bissexualidade latente e renitente até o fim de nossos dias.Coisa, por sinal, difícil de ser encarada.Mas a beleza não é difícil de ser encarada, ao contrário da vida sem que nela haja beleza.
Claro, deve ser mais fácil, para um monte de coisas,quando se é mais bonita.Mas nada resolve o peso que a vida é.Sem que o saibam, as mulheres belas sempre têm uma aura de morte ao seu redor, além dos eflúvios desejantes, pela afirmação de que aquilo que nesse momento é deslumbre, amanhã poderá ser apenas pó ou lembrança.Não deve ser fácil.Sem contar que, além do corpo, esperamos que nossa alma seja reconhecida.Ah, aí já é esperar demais...
Fato é que a beleza não dura, o momento de beleza sim.Se a beleza resiste na arte, isso é proveniente do momento de beleza vivido durante a criação, não da materialidade de um objeto de beleza criador de inspiração.Assim como o amor morre, os amantes também morrem,não a lembrança do amor, a beleza descrita enquanto momento ou registro, parecendo ter mais durabilidade, desde que tal coisa seja feita com talento e sensibilidade."Se é amor é eterno, se não for eterno não é amor", um parecer idealista e romântico perto de um "que seja eterno enquanto dure", mais realista e cético.Pelo simples fato, este último, de assumir a possibilidade de morte do amor.Afinal, tudo é transitório como o próprio vento que bate em nossas faces.O que pode ser trágico para o amante frustrado, prisioneiro que pode vir a ser de algo que se aproxima mais de uma neurose do que de uma lembrança de felicidade, é imaginar a eternidade do amor.Mas nada parece mesmo ser eterno, inclusive a beleza, já que planeta, o mundo, quem sabe o universo todo pode acabar.E quem sabe, comece tudo de novo.
O duro ofício de fazer durar não é fácil.O duro ofício de se manter viva a vontade de durar também não é.O artista sonha com uma eternidade impossível, mais ou menos como os amantes, vítima de uma ânsia de "eterno oceano" onde naveguem para sempre.
E o que dizer das pessoas que pouco fazem da própria beleza, mais ou menos como artistas que se desfazem da própria obra.Maior prova de desapego não há.A fuga da prisão do acaso de se ser o que se é.
Por isso, beleza é sempre um caso sério, não pode ser muito explicada, mais ou menos como o amor.Beleza seria o eros que se faz forma?Mas se esse eros, essa vontade de vida, se contrapõe à morte, então a afirmação da beleza seria a própria afirmação da vida.Um momento de beleza é uma coisa para sempre, dizia o idealista Keats.Mas uma mulher bela não o será para sempre, apesar do esforço da tecnologia moderna, esse monstro demoníaco que nos promete espaços além dos limites da morte.Mas todos morrem.Pelo menos, por enquanto; e nem sei se seria sensato sonhar com a eternidade.Em algum momento, o que é consciência se desfaz no grande silêncio que nos perfaz.Assim é tudo.Seja amor ou beleza.
Não sei se beleza, para mim, é fundamental.Mas momento de beleza sim.Pode ser, em verdade, que a vida não tenha sentido(?) sem tal coisa.Em geral, ela é tédio e repetição.
E voltamos às mulheres belas, entidades que me causam tanto espanto nessa vida, por não conseguir , eu mesmo, explicar este espanto.Confesso, egoisticamente, que gostaria que elas mantivessem sua beleza para a eternidade, para que eu morresse vendo-as como um primor caprichoso da natureza.Ou ,à maneira do poeta Maiakovski, poderia sonhar que a ciência, no futuro, as ressuscitarão.Vejo mais suas harmonias externas, que movem minha sensibilidade e me dão certo pendor idealista, do que as flores de sua alma, realidade mais difícil de se atingir.Afinal, quem sabe o que uma outra pessoa é?E, nos limites da visão, o que posso definir como realidade, se a minha forma de pensar, agir e sentir são sempre relativizadas pela formação de minha mente.
Uma mulher bonita, para mim, pode não ser para outro, mas não há como não vê-la como um instante de mergulho no vácuo, um estranho aprofundamente num oceano de imprecisão, um vago sonho de que aquilo tudo que vejo é, nada mais, nada menos, que o velho sentimento de espanto que desesperava um Baudelaire.Sabendo que esse sentimento é intransponível para qualquer meio ou suporte.Tudo sempre é vão esforço para se dizer o indizível.A realidade é, em sua essência, incognoscível.A beleza, como a alma das pessoas, também o é.Não sabemos o que ela é e sim percebemos apenas suas emanações, se assim quisermos usar um recurso figurado.
Resta-me apenas, sacerdote desse culto de fé abstrata , sem dogma ou teoria, acreditar que posso cultivar isso até o fim de meus dias.E, na hora do ajuste final da travessia para o indescritível, tentar lembrar de todas essas mulheres belas que, para mim, sempre serão belas, vivas ou mortas, velhas ou não.Porque a beleza é um momento para sempre.E o que vivi é meu, para mim, ninguém pode tirar isso de mim.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
domingo, 22 de fevereiro de 2015
A vergonha do aborto criminalizado
A questão do aborto é o grande festival de cinismo e hipocrisia nacional.A criminalização do mesmo continua, como sempre, violando os direitos básicos de qualquer mulher.Políticos não querem se meter no assunto para não perderem votos de religiosos dogmáticos.Somente uma movimentação de massa feminina, creio, poderia criar um evento sobre o tema.Sou a favor da descriminalização de forma radical, nunca arredaria pé dessa posição.E, mesmo que considerasse o feto como um ser humano- coisa em que não acredito por outras razões de ordem filosófica e científica- nunca poderia ser contra por uma questão básica de livre arbítrio numa sociedade moderna.Mas será que o Brasil é mesmo moderno?Já vi de tudo, até mulher virar presidente aqui, negro virar presidente da república.Tenho apenas duas certezas inabaláveis nessa vida: que nunca viverei de pintura e que nunca verei a descriminalização do aborto no Brasil.Acho essa última certeza um horror, uma lástima.Não bastasse isso, acrescenta-se ao obscurantismo de viés religioso ou moralista, atitudes sem sentido de pessoas que deveriam demonstrar um mínimo de bom senso.No caso, médicos.Dos quais, confesso, tenho pavor, ainda que os frequente.De médico, advogado ou coveiro, ninguém escapa, mais hora menos horas.Mas o que aquele médico fez, foi demais, além da imaginação: atende a uma moça vítima de aborto provocado e depois a denuncia à polícia.A moça estava com hemorragia, provavelmente traumatizada e o "carrasco de branco" a entrega à sanha da justiça policial e dessa lei iníqua.
Esse mafioso de branco e estetoscópio errou de profissão.Devia então virar policial ou verdugo.Absurdo!Desprezou completamente o sagrado dever do sigilo médico.Figura grotesca deve ser o tipo!Uma moça que, depois de uma situação extremamente complexa para ela, precisava de ajuda da sociedade , ao contrário, é encarcerada de forma vil por essa mesma sociedade.Absurdo!Absurdo!Pergunto: no trágico calvário que essa infeliz moça(cujo namorado não estava nem aí para sua gravidez), apenas dezenove anos, teve que enfrentar do hospital à delegacia, quantas mulheres, na trajetória desse calvário infame, no hospital, na delegacia, já não devem ter feito um aborto?Mas a pobre moça foi indiciada criminalmente por isso.A criminalização do aborto é uma presença de obscurantismo medieval em terras brasileiras.E não vejo solução a curto prazo.Ainda mais quando temos um ridículo presidente de câmara federal como esse(anti-aborto, anti-descriminalização até a medula), mercador de política como todo aquele seu ridículo partido de caciques compráveis..Ou uma presidente que, apesar de mulher, não passa de uma covarde oportunista com relação a esse assunto.Que as mulheres lutem e defendam seu direitos.Para que situações aviltantes como a enfrentada por aquela moça não se repitam mais.Coisas assim dizem respeito aos princípios básicos de humanismo
INDIGNADO INDIGNADO INDIGNADO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!E com nojo daquele médico!
Esse mafioso de branco e estetoscópio errou de profissão.Devia então virar policial ou verdugo.Absurdo!Desprezou completamente o sagrado dever do sigilo médico.Figura grotesca deve ser o tipo!Uma moça que, depois de uma situação extremamente complexa para ela, precisava de ajuda da sociedade , ao contrário, é encarcerada de forma vil por essa mesma sociedade.Absurdo!Absurdo!Pergunto: no trágico calvário que essa infeliz moça(cujo namorado não estava nem aí para sua gravidez), apenas dezenove anos, teve que enfrentar do hospital à delegacia, quantas mulheres, na trajetória desse calvário infame, no hospital, na delegacia, já não devem ter feito um aborto?Mas a pobre moça foi indiciada criminalmente por isso.A criminalização do aborto é uma presença de obscurantismo medieval em terras brasileiras.E não vejo solução a curto prazo.Ainda mais quando temos um ridículo presidente de câmara federal como esse(anti-aborto, anti-descriminalização até a medula), mercador de política como todo aquele seu ridículo partido de caciques compráveis..Ou uma presidente que, apesar de mulher, não passa de uma covarde oportunista com relação a esse assunto.Que as mulheres lutem e defendam seu direitos.Para que situações aviltantes como a enfrentada por aquela moça não se repitam mais.Coisas assim dizem respeito aos princípios básicos de humanismo
INDIGNADO INDIGNADO INDIGNADO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!E com nojo daquele médico!
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
sábado, 10 de janeiro de 2015
Por uma nova religiosidade
Já que, provavelmente, todos nós temos alguma
necessidade de transcendência, quem sabe um impulso inconsciente para a
propagação da vida proveniente de energias psíquicas de ordem sexual, torna-se
difícil, em processo civilizatório, escapar de credos ou mitologias
inexplicáveis.Efetivamente, não é difícil de se verificar de que não é para
qualquer um viver sem crença religiosa, uma espécie de neurose obsessiva
universal segundo a conceituação de Freud.Dado este fato, melhor seria que cada
um tivesse sua própria religião, seu próprio deus( ou quem sabe, cada um sendo
um deus para si próprio?), sua própria
ritualística particular,sem se importar em expandir ou impor essa crença individual além das
fronteiras de próprio ego.Cada um na
sua, num panteístico ecumenismo universal.Uma religiosidade guardada em
segredo, ganhando ação apenas por meio de atitudes construtivas sociais, para a
manutenção de sua própria crença e das
outras crenças, as quais, no caso, contariam a cifra de bilhões.Mas esse
tipo de religiosidade só poderia se estribar
na razão e no senso de limite individual, na satisfação do auto controle
e suficiência, plena de consciência das sombras destrutivas que habitam as
trevas da alma humana.Em suma: um tipo de religião individual que seria a antítese
da religião, convencionalmente falando, que temos em média.Uma religião
anti-grupal, com o sentido de manter a própria união e convivência do grupo, já
que haveria, no caso, bilhões de religião no mundo, cada habitante do planeta
com a sua.Claro, sempre haveria alguém interessado em manipular isto, em
arregimentar tudo para retirar algum proveito para interesses egoísticos.A
chave do misterioso sucesso do capitalismo?
O
problema é que o que somos apenas não passa da
ponta de um iceberg, a maior parte dele mergulhada além dos limites da
linha de superfície da sociabilidade.Uma religiosidade sem credo ou dogma
funcionaria dentro dessa natureza?A restituição de um sagrado, a criação de um
sagrado que nos livrasse do peso do ódio destrutivo, já que a morte é certa e a
vida sempre árdua;talvez isso fosse um caminho.Falo isto com a certeza de
defender algo idealista.Realisticamente falando, já que, pelo visto, há uma
característica de religiosidade inalienável à natureza humana, vista como algo
individual ou coletivo social.Toda religiosidade que deságua em amor deve ser
preservada, creio eu; ao contrário de todo ideário, religioso ou político, que
pregue o ódio ou intolerância.
Mas
que fazer: estamos muito longe disso.E talvez nunca cheguemos a isto.Enigma sem
solução?Preferia ser devorado pela esfinge.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
Os horrores da intolerância
Os fascistas e a direita francesa agradecem.Era tudo o que precisavam para suas plataformas xenófobas e islamófobas. Fundamentalistas são assim: guiam-se pela intolerância ou pelas regiões mais baixas do organismo.Esses neuróticos fanáticos que fizeram o atentado agem dessa forma, não concebem que num mundo moderno, interconectado, tenhamos que conviver com pessoas que pensam diferentes de nós, em que as questões de fundo moral ou religioso, os conflitos desse tipo, sejam equacionados de uma forma que não envolvam destruição ou violência.Se a toda ação preconceituosa houver uma reação violenta, então entramos no reino da barbárie, sem lei, sem possibilidade alguma de acordo.Imagine-se, a partir de ofensa em face-book, você procurar o ofensor e entrar em vias de fato.
O que esses terroristas(sim, isto é uma ação de terrorismo!) fizeram é tão hediondo quanto os imorais ataques militares israelenses contra a faixa de Gaza. Qualitativamente.Pelo fato de que, tanto eles quanto Israel, poderiam agir de forma racional a ataques externos, sem um extremismo que oculta a verdade: o expansionismo israelense-no caso da guerra(santa?) contra o Hamas- e a vitória sagrada a todo custo de uma causa islâmica religiosa, encorpada nos aspectos mais nocivos e neuróticos da religião.É o primado do irracional, da neurose, da intolerância, do ódio puro, do ódio sempre burro."O amor é sábio, o ódio é sempre tolo", dizia o sempre racional e humanista Russell.
Voltássemos no tempo e, quem sabe, Freud teria sido assassinado por religiosos, de várias religiões, por ter escrito O futuro de uma ilusão?Ou teria sido assassinado por radicais sionistas por ter escrito Moisés e o Monoteísmo?Quem sabe...O próprio Freud encararia seu assassinato por causa disso como algo até natural, tendo em vista que a destrutividade humana, o ódio e a intolerância ao outro, ao que é diferente de nós, tudo isso parece mesmo ser inerente à espécie humana.Depois de duas guerras mundiais, e tantas outras igualmente irracionais, nada que nos surpreenda.Nossa civilização é construída sobre um charco de sangue coagulado, sempre realimentado por mais sangue.Quando tudo estiver mais calmo, sempre surgirá algum fanático a produzir novas feridas e sangrias.
Muita gente, muita mesmo, morreu em nome de Deus e do Diabo.Uma guerra civil na Espanha foi travada em nome disso.Mas seria mesmo?Acho que nem Deus nem o Diabo botaram a colher no assunto.Era uma guerra em nome de uma coisa só: do ser humano, em sua bestialidade descontrolada, vítima de instintos que o colocaram na ponta da evolução, correndo sempre o risco da própria auto-destruição.
Muita gente morreu- e morrerá, certamente- em nome de Alá, de Deus ou de qualquer outra coisa que, simbolicamente, dê um sentido ao sem sentido da vida.
Esses fundamentalistas apenas aumentarão a islamofobia, o preconceito que se transformará em ódio explícito( a partir do ódio embutido), despertando a sombra negra(termo cunhado de Jung) que habita o coração entrevado de nacionalismos e idiotias;em sua guerra santa produzindo uma outra guerra, apoiada pela racionalismo(?) ocidental, a se gerar mais ódio, mais intolerância, mais xenofobia.Já vimos esta história antes.Até parece que a história, como o ódio e a intolerância, são sempre cíclicos.
Nesta hora, como em todas as situações, apoiados nos fatos, apenas a razão pode nos ajudar nesta situação de irrazão absurda.
O que esses terroristas(sim, isto é uma ação de terrorismo!) fizeram é tão hediondo quanto os imorais ataques militares israelenses contra a faixa de Gaza. Qualitativamente.Pelo fato de que, tanto eles quanto Israel, poderiam agir de forma racional a ataques externos, sem um extremismo que oculta a verdade: o expansionismo israelense-no caso da guerra(santa?) contra o Hamas- e a vitória sagrada a todo custo de uma causa islâmica religiosa, encorpada nos aspectos mais nocivos e neuróticos da religião.É o primado do irracional, da neurose, da intolerância, do ódio puro, do ódio sempre burro."O amor é sábio, o ódio é sempre tolo", dizia o sempre racional e humanista Russell.
Voltássemos no tempo e, quem sabe, Freud teria sido assassinado por religiosos, de várias religiões, por ter escrito O futuro de uma ilusão?Ou teria sido assassinado por radicais sionistas por ter escrito Moisés e o Monoteísmo?Quem sabe...O próprio Freud encararia seu assassinato por causa disso como algo até natural, tendo em vista que a destrutividade humana, o ódio e a intolerância ao outro, ao que é diferente de nós, tudo isso parece mesmo ser inerente à espécie humana.Depois de duas guerras mundiais, e tantas outras igualmente irracionais, nada que nos surpreenda.Nossa civilização é construída sobre um charco de sangue coagulado, sempre realimentado por mais sangue.Quando tudo estiver mais calmo, sempre surgirá algum fanático a produzir novas feridas e sangrias.
Muita gente, muita mesmo, morreu em nome de Deus e do Diabo.Uma guerra civil na Espanha foi travada em nome disso.Mas seria mesmo?Acho que nem Deus nem o Diabo botaram a colher no assunto.Era uma guerra em nome de uma coisa só: do ser humano, em sua bestialidade descontrolada, vítima de instintos que o colocaram na ponta da evolução, correndo sempre o risco da própria auto-destruição.
Muita gente morreu- e morrerá, certamente- em nome de Alá, de Deus ou de qualquer outra coisa que, simbolicamente, dê um sentido ao sem sentido da vida.
Esses fundamentalistas apenas aumentarão a islamofobia, o preconceito que se transformará em ódio explícito( a partir do ódio embutido), despertando a sombra negra(termo cunhado de Jung) que habita o coração entrevado de nacionalismos e idiotias;em sua guerra santa produzindo uma outra guerra, apoiada pela racionalismo(?) ocidental, a se gerar mais ódio, mais intolerância, mais xenofobia.Já vimos esta história antes.Até parece que a história, como o ódio e a intolerância, são sempre cíclicos.
Nesta hora, como em todas as situações, apoiados nos fatos, apenas a razão pode nos ajudar nesta situação de irrazão absurda.
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
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